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Conheça o Coordenador Arquidiocesano

Sexta, 15 Abril 2011 21:38

"Cultivo em meu coração a necessidade de sempre precisar do Senhor"

Quem encontra Gilberto Barbosa Lopes, 35 anos, técnico em informática e atualmente funcionário público na área da Saúde, é logo tocado por todo este cultivo que habita em seu coração.

Sua caminhada é referência de que dia a dia este solo vem sendo adubado, desde seu Crisma até o seu verdadeiro “sim” em 1998.

Em janeiro de 2011, o novo Presidente do Conselho Arquidiocesano da RCC de São Paulo, Gilberto Lopes assumiu a coordenação da Renovação Carismática de São Paulo e cumprirá seu mandato durante dois anos.

A necessidade de sempre precisar do Senhor norteou toda a sua decisão em aceitar o convite para participar da eleição até o momento em que recebeu a resposta de Deus. “Eu e minha esposa não conseguíamos ouvir a resposta de Deus para este novo chamado. Nós precisávamos do Senhor para decidir. Uma noite de dezembro, recebi uma ligação da Yvonninha, da região Brasilândia, dizendo que o Senhor a acordou às 3 horas da manhã para que ela desse uma notícia a mim.”, lembra. Ela me disse: “Gilberto o Senhor pediu para que você fosse em paz, a sua missão na Região Brasilândia já foi cumprida.”, relembra. Esta notícia chegou de alguém que sempre foi um verdadeiro instrumento de Deus para ele – “Entendemos que aquele era o sim de Deus. Ele falou com a Yvonninha, pois para nós (eu e minha esposa), Ele estava calado.”, partilham Gilberto e Michele.

Casados desde 2007 e grandes amigos há mais de 15 anos, Michele Lima de Barros Lopes, 29 anos, tem sido a grande intercessora na vida de Gilberto. E com isto tem se demonstrado uma verdadeira “primeira dama”. “Se Deus é o mar e eu sou o barco, o Gilberto é meu remo.”, emociona-se Michele ao falar do esposo.

Um dos grandes sinais ao conversar com Gilberto e sua esposa é ver o testemunho que eles trazem como casal, família e quem vem dando ao Movimento. A preocupação com os coordenadores, com suas famílias, com os servos e com a acolhida aos novos servos é um dos pontos fortes no serviço de evangelização deste casal.

Em 2010, Gilberto recebeu de Deus o seguinte rhema: “Não somos, absolutamente, de perder o ânimo para nossa ruína; somos de manter a fé, para nossa salvação.”, Hebreus 10 – 39. Desta forma, vemos um tempo de frutos na Renovação Carismática Católica da Arquidiocese de São Paulo, um tempo em que somos chamados por Deus, não porque Ele precisa de nós, mas porque hoje nós precisamos Dele para nos tornarmos católicos melhores, profissionais cristãos melhores.

A equipe da Comunicação conversou um pouco com Gilberto Lopes, para saber de seu chamado e objetivos para RCC em 2011.

 

Como foi seu chamado a servir ?
Gilberto Lopes - No ano de 1990 eu comecei a aprender a tocar cavaquinho, me tornei um sambista. Nesta época eu estava  com 15 para 16 anos, havia acabado de me crismar e, a exemplo de muitos jovens -  não sei se posso chamar de exemplo - saí da Igreja para viver a minha vida.
Eu gostava de ser músico, trabalhava numa empresa, mas minha vida girava em torno das rodas de samba no fim de semana.
Fui convidado para o Grupo de Oração (grupo em que sirvo até hoje), o que acontecia lá mexeu profundamente comigo e a música, não tenho nem comentários! Quando você é músico e vê uma banda completa não tem como não reparar, aquilo me fascinou. Senti-me como Moisés diante do acontecimento da sarça ardente! Comecei a freqüentar o Grupo e continuei fazendo o que gostava (samba), mas o Senhor Jesus, que não perde a oportunidade, me pegou... preciso explicar como? Pela música! A partir daí passei a fazer aquilo que eu gostava (samba) a fazer aquilo que eu amo (música como arte de Deus). Eu me tornei um servo de Deus. Mas o Senhor queria mais...
Uma coisa eu aprendi logo cedo, somos vaso de barro. Então, quando Deus nos chama para o serviço não é simplesmente porque Ele precise de nós, ao contrário, nós precisamos Dele. Então, eu cultivei em meu coração esta necessidade (sempre precisar do Senhor) e o Senhor foi correspondendo, fui recebendo os carismas, fui fazendo as formações da RCC, através da Bíblia encontrei uma forma impressionante de ficar mais íntimo de Deus, comecei a pregar e logo veio o chamado a ser coordenador de Grupo, setor, Região e hoje após 13 anos de serviço,  o Senhor me chama a esta maravilhosa missão: Coordenar os trabalhos de nosso movimento nesta Grandiosa Arquidiocese de São Paulo. Hoje, tenho certeza que o Senhor Jesus despertou meu interesse pelo instrumento musical para me "pegar" como pegou o próprio Moisés, são as estratégias de Deus...

 

Como você conheceu a Renovação Carismática Católica?
Gilberto Lopes - Há alguns anos, quando adolescente, tive alguns contatos superficiais com a RCC, foi na época dos Grandes Cenáculos do Morumbi, mas não me sentia tocado, diante de todas as maravilhas que via com meus próprios olhos e mesmo assim não me mexi, gostava de ir mas não de me envolver (acho que isso acontece com um monte de gente). Não era meu tempo.
Em 1998, tinha uma vizinha chamada Patrícia, me convidou a participar do Grupo de Oração. Patrícia era uma jovem intercessora do Grupo de Oração e exercia o mesmo no Ministério de Música. Ela insistia em me convidar ao Grupo e eu resistia bravamente. Mas comecei a ficar com medo dela, não sei porque eu tinha medo, mas eu não podia encontrar com ela que o meu coração já dava trancos. Um dia, neste mesmo ano, Patrícia foi em casa no domingo a tarde e me disse: "Hoje nós vamos ao Grupo de Oração e não vou sair da sua casa, se não for com a intenção de ir ao Grupo de Oração". Eu que já estava com medo da mulher, estremeci e não vi saída a não ser ir ao Grupo de Oração, e hoje estou aqui.
Devo tudo o que sou hoje a Jesus que me escolheu desde o ventre de minha mãe, a Patrícia que foi um instrumento de Deus em minha vida por não desistir de chamar, ao meu Grupo de Oração "Senhora da Paz" e  ao Ministério de música Glória do qual sou membro até hoje. Deus abençoe a todos.

 

Quais os objetivos para 2011 ?
Gilberto Lopes - Para mim esta resposta leva aos objetivos de todo meu mandato 2011 e 2012. Que são estes:
1. Visitar constantemente as Regiões Episcopais não como um fiscal de obra, mas como alguém que deseja estender a mão e que faz parte desta região;
2. Trabalharmos com firmeza os direcionamentos da RCC Nacional e Estadual, fortalecer a unidade entre as lideranças e os Grupos de Oração trazendo à uma comunhão com o Setor, Região Episcopal e por fim a Arquidiocese;
3. Conscientizar nossos membros de Grupo de Oração do patrimônio histórico, cultural e até mesmo físico que temos e que a responsabilidade de manter esse patrimônio é inteiramente nossa. Nossos principais eventos Alegrai-vos e Cenáculo de Pentecostes estão em um projeto de lei aprovados pela Prefeitura e pelo Estado,  fazem parte do calendário de atividades da cidade de São Paulo. A cidade na pessoa de seus governantes reconhecem o valor desse evento e o bem que ele traz, então já é hora de nós também começarmos a valorizar o que temos de melhor e com Deus trabalhar para essa obra crescer.
4. Em comunhão com nosso Cardeal Arcebispo Metropolitano Dom Odilo e com o apoio de nosso assessor eclesiástico Pe. José Roberto, juntamente com o Conselho Arquidiocesano (os coordenadores Regionais), elaborar um projeto de evangelização e missão nos Grupos de Oração e atender dentro de nossa capacidade, espiritualidade e carisma ao pedido da Igreja no Documento de Aparecida. A Renovação Carismática Católica da Arquidiocese de São Paulo pode e deve ser um grande berço da evangelização no Brasil.

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Publicado em Quem Somos

Diante do mal está o bem

Sexta, 13 Janeiro 2012 15:07

 

Este versículo do livro do Eclesiástico como todas as outras passagens da Bíblia, nos faz pensar e nos pede um posicionamento perante a vida.

Diante do mal está o bem. Muitas vezes, nos deparamos com o mal na nossa vida, por exemplo, quando alguém propositalmente, para proveito próprio, usando de meios iníquos nos prejudica ou a alguém que nós amamos, ou fala mal de nós, ou nos humilha. Qual seria o bem que está diante desse mal? A NOSSA ATITUDE. Se a nossa atitude for de perdão, se não ficarmos falando mal dessa pessoa aos outros, mas se calarmos em oração, isto é, silenciarmos e pedirmos a misericórdia de Deus para essa pessoa que agiu mal, estaremos colocando o bem diante do mal. E daí, o bem que vem de Deus alcançará a nossa vida. Será o Bem aliando-se ao bem. O Bem com letra maiúscula é aquele que vem de Deus e o bem que reflete esse Bem Maior que vem de Deus é o bem que nós praticamos em resposta ao mal com que nos deparamos.

São Paulo nos exorta em sua carta aos Romanos: "Não te deixes vencer pelo mal, mas triunfa do mal com o bem." (Rm 12, 21)

Portanto, se quisermos o amor e a misericórdia de Deus se derramando sobre nossa vida, não paguemos o mal com o mal. Quem age mal se alia ao mal e cedo ou tarde pagará um preço por isso.

São Pedro nos recorda: “Aqueles que sofrem segundo a vontade de Deus encomendam as suas almas ao Criador fiel, praticando o bem.” (1Pe 4, 19).

Se você quiser ler as profecias que recebemos do Senhor a respeito de pagar o mal com o bem, procure as moções que apareceram no Portal em maio de 2010.
 

Maria Beatriz Spier Vargas
Secretária geral do Conselho Nacional da RCCBRASIL

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Publicado em Formações

Estamos finalizando, em nossa Arquidiocese, o ano pastoral que teve uma atenção especial voltada para a Paróquia. “Paróquia, comunidade de comunidades”, foi o tema de fundo; procuramos traduzir e operacionalizar na realidade das paróquias o propósito maior, que anima a ação pastoral da Arquidiocese: ser Igreja discípula e missionária na cidade de São Paulo.

A Carta Pastoral – Paróquia, torna-te o que tu és – teve a intenção de destacar melhor o papel fundamental das paróquias, de serem a imagem viva e local daquilo que toda a Igreja é e faz; bem mais que uma estrutura organizativa ou um endereço, a paróquia é uma comunidade viva de batizados, reunida sacramentalmente em torno de Cristo, no dom do Espírito Santo, expressando sua fé, esperança e caridade; nela, e através dela, realizam-se as três grandes missões de Cristo e da Igreja: o anúncio da Palavra de Deus, a santificação das pessoas e do mundo, e a caridade pastoral.

Tenho a impressão de que foram dados alguns bons passos ao longo do ano. Ainda vamos continuar nesta direção no próximo ano pastoral. Através das pesquisas de nossos jornalistas e do jornal O SÃO PAULO, ficamos conhecendo algo mais da história de muitas paróquias: uma grande riqueza eclesial, histórica, social e cultural!

Nestes dias, dou-me conta que muitas de nossas paróquias levam nomes e títulos altamente significativos para o período do Advento e Natal, voltado para os mistérios da santa encarnação, nascimento e infância de Jesus. Isso não deixa de ser significativo e merece uma atenção especial. O próprio nome da paróquia é um anúncio da fé e expressa algum aspecto dos mistérios da fé da Igreja.

Uma paróquia antiga, no alto da colina, chama-se “Nossa Senhora da Expectação”, na Freguesia do Ó (Região Brasilândia); o título envolve todo o mistério do Advento e se refere à gravidez de Nossa Senhora e à espera do nascimento de Jesus; outra paróquia chama-se “Nossa Senhora do Bom Parto” (Região Belém) e fala do nascimento de Jesus; as paróquias da Natividade do Senhor (Região Santana e Belém) também são dedicadas ao “magnum Mysterium” (sublime mistério) da “humanidade do nosso Deus”. E a Paróquia Nossa Senhora da Lapa, que acaba de completar 100 anos, lembra a gruta de Belém, onde Jesus nasceu (“...eis, na lapa, Jesus, nosso bem!”); a imagem, bem sugestiva, mostra Nossa Senhora amamentando o menino Jesus e o interior da igreja retrata os mistérios do Natal e da infância de Jesus.

Nossa Senhora Mãe de Deus (Região Brasilândia), Nossa Senhora Mãe de Jesus (Região Ipiranga) e Nossa Senhora Mãe do Salvador (Região Sé) estão dedicadas à maternidade divina de Nossa Senhora e lembram um mistério central da nossa fé cristã: aquele que nasceu de Maria é, humanamente, o Filho de Deus. As paróquias Menino Jesus (Região Santana), Menino Deus (Região Belém) e Cristo Jovem (Região Lapa) lembram os mistérios da infância e do longo período da vida oculta de Jesus. E a Paróquia Nossa Senhora da Luz (Região Santana) refere-se à apresentação de Jesus no templo e sua proclamação, pelo velho sacerdote Simeão, como “luz para as nações”.

Não faltam paróquias dedicadas à Sagrada Família (Região Santana, Belém e Ipiranga), que convidam a olhar para a humilde casa de Nazaré, onde, sob o olhar atento de Maria e José, cresce em idade, sabedoria e graça, humanamente, o Filho de Deus! Não deixa de ser significativo que duas de nossas regiões episcopais também tenham nomes relacionados com o Natal: Belém e Lapa! E Santana lembra a avó de Jesus, também interessada nos mistérios do Natal... A Igreja, em São Paulo, proclama alto o Natal de Cristo! Aqui há um imenso potencial de evangelização a ser melhor explorado.

Em tempos de perda do sentido cristão do Natal, faz bem trazer à memória esses testemunhos vivos da cultura cristã, relativos ao Natal, presentes em nossa cidade e Arquidiocese. Muitos aspectos da arte e da cultura popular brasileira e de São Paulo falam do Natal de Cristo e do seu significado para a humanidade. É motivo de alegria, mas também representa um compromisso para nós, cristãos: não deixar que esses e outros elementos cristãos da nossa cultura, tão valiosos, desapareçam no torpor da memória, ou sejam engolidos pela voracidade do consumismo contemporâneo.

 

Publicado no jornal O SÃO PAULO, edição de 13/12/2011

Cardeal Odilo Pedro Scherer

Arcebispo de São Paulo

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Publicado em Igreja

A “Festa de Reis”, na verdade, é a Solenidade da Epifania do Senhor. É uma belíssima festa, ainda referente aos eventos do Natal de Jesus e tem um significado muito especial para a Igreja. No centro das atenções está Jesus Cristo e não, propriamente, os Reis Magos.

O filho de Maria, nascido pequeno e humilde em Belém, foi manifestado por uma luz divina aos Reis Magos e reconhecido por eles como o Filho de Deus, a quem cabe a honra do incenso; o Soberano Senhor, que abre a todos o Reino de Deus e a quem cabem a riqueza e a glória do ouro; o Salvador, que redime a humanidade com sua morte, homenageado com mirra para a sua sepultura.

Os Reis Magos procuraram Jesus, seguindo uma estrela; finalmente, porém, descobriram que ele mesmo é a estrela-guia, a luz, o caminho, a verdade, a vida da humanidade. A Epifania mostra a intenção de Deus, ao enviar seu Filho ao mundo: manifestar sua glória, para que o homem seja atraído por ela, encontrado e envolvido por Ele, iluminado, orientado, plenificado...
Na língua grega, Epifania significa manifestação daquilo que estava oculto, ou também revelação. Toda História da Salvação, de fato, é uma sucessão de epifanias divinas: já na própria criação do mundo, com sua grandiosidade e a infinita variedade de seres, dá-se um espetáculo da glória divina, como bem soube expressar o salmista: “Os céus proclamam a grandeza de Deus e a terra está cheia de sua glória, como de águas, o oceano!” (cf Sl 8); nas sucessivas manifestações da presença e atuação de Deus na história dos homens, é sempre de novo sua glória que se manifesta e envolve o homem de vida e salvação.

Jesus Cristo é, por excelência, a epifania de Deus ao mundo; nele, “rosto humano de Deus e rosto divino do homem”, Deus manifesta claramente para onde quer atrair o homem: para a sua companhia e para a experiência inefável de sua vida e seu amor misericordioso. São João, no início do seu Evangelho, chega a dizer, cheio de entusiasmo: “nós vimos a sua glória, glória que recebe do seu Pai, como filho único, cheio de graça e de verdade... De sua plenitude, todos nós recebemos graça sobre graça” (Jo 1,14.16).
As pessoas, que encontram Jesus Cristo, quando têm olhos puros e coração bom, também ficam arrebatadas pela glória de Deus, que se manifesta nas palavras, nos sinais e milagres e nas atitudes de Jesus. Nele e por ele, Deus quer chegar perto dos homens, estar com eles, amá-los, conduzi-los, fazê-los felizes. O Evangelho, do começo ao fim, fala da manifestação de Deus aos homens por meio de Jesus Cristo.

Ao terminar sua missão no mundo, Jesus Cristo enviou os apóstolos e, por eles, a Igreja toda, para que continuassem a fazer, pelos tempos afora, aquilo que ele próprio fez: anunciar a Boa Notícia da presença amorosa e luminosa de Deus com os homens e manifestar, a todos os povos o seu desígnio salvador, atrair a todos para sua glória, para a plenitude da vida. A glória de Deus irradia a própria presença de Deus. Esta mesma é a missão da Igreja: estar a serviço da permanente epifania de Deus aos homens, para que “os povos caminhem à sua luz e os reis, ao clarão de sua aurora” (cf Is 60,3).
Pensando bem, isso ilumina muito a vida e a missão da Igreja em São Paulo: qual outra seria, senão manifestar a glória de Deus e ser testemunha de Jesus Cristo para os habitantes desta cidade? Testemunhar que Deus habita esta cidade e sua presença é boa e salvadora para o povo que nela vive? De que modo isso acontece, ou deve acontecer?

Deus é livre para escolher o modo de se manifestar. Mas nós recebemos a clara missão de testemunhar sua glória na vida digna e santa de cada batizado, nas comunidades que se reúnem para a celebração dos Mistérios de Deus na Liturgia, no anúncio da Palavra de Deus, no testemunho multiforme da caridade... Para isso existe cada igreja, paróquia, obra social, educativa, cultural, assistencial da Igreja, cada iniciativa pastoral, cada organização eclesial. Sigamos, pois, a Estrela e deixemos que sua luz nos ilumine e se irradie também sobre nossa cidade!

Publicado no jornal O SÃO PAULO, edição de 10/01/2012

Cardeal Odilo Pedro Schere

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